Febre.

De vez em quando a gente alaga, penso eu. Nosso corpo e mente submerge e expele essa parte da dor, de tudo que parece morrer e ainda assim sobrevive. Outras vezes, a gente se depara com o vento batendo na janela, e os pingos a cair do céu, […] estou com este pensamento afundo, volta e meia invade, ele estava descendo e os riscos se formando na pálida e desgastada parede, minhas mãos tentavam em vão interromper aquele fluxo lento e tão violento; impossível – uma vez que você se prende a ele. É a parte da vida em que vai grudando na gente, dessas andanças interrompidas.