ansiedade
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02, maio. Estava com grandes planos pra hoje, que era basicamente hidratar meu cabelo e fazer uma limpeza de pele caseira. Acordei cedo até, umas 9 e pouco, e já não conseguia mais fechar os olhos, tampouco levantar da cama. Fiquei por lá algumas horas, e finalmente lá pelas 12hs venci a inércia, peguei meu
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Acordei, depois de mais de 12 horas dormindo (o que foi pouco pela quantidade de remédios que tomei) o que não é de tão ruim, assim meus dias passam mais rápido e me alegro em dormir e sonhar, – dependendo da noite, algumas vezes até lembro dos meus sonhos, e isso é um alívio pois
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Algo quebrou, e isso foi a tanto tempo que nem lembro mais. Agora tudo é caco. Milhares. As vezes, tropeço e caio em um monte deles, me rasgo com os pedacinhos espalhados, retalho a pele, formando finos rios vermelhos que transbordam, e percorrem meu corpo até o piso frio, alagando. Ninguém consegue enxergar, essa pele,
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Há um desconforto na vida, em viver. É mais profundo que isso, a existência. A apatia das camadas visíveis, a empatia invisível. Existe essa pressão profunda em volta, entre você e tudo que supostamente você toca, sente. Muitas vezes, nos longos momentos desse viver, sinto esse cheiro, intenso, do ventos úmidos, – percorrendo estas lacunas
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Longe da multidão é possível ver o quadro todo, me afasto então. Os aglomerados cheios de querer tanta atenção, o desespero para se sentir acolhido, amado, escolhido, uma peça importante no jogo – é interessante assistir ao longe, enxergar nitidamente esse falso improviso decorado. Já vi os sorrisos, rasgados, trêmulos e cansados, nos becos, contra