memórias
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Tempo.
Eu nasci em 87. Ano do “Appetite for Destruction” (G´nR) e “The Joshua Tree” (U2). Foi o ano do Hard Rock, seu auge e fim, disseram – e o nascimento de algo diferente – Alice in Chains, Nirvana, Porcupine Tree.… Continue reading
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Eco.
Algo quebrou, e isso foi a tanto tempo que nem lembro mais. Agora tudo é caco. Milhares. As vezes, tropeço e caio em um monte deles, me rasgo com os pedacinhos espalhados, retalho a pele, formando finos rios vermelhos que… Continue reading
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A Sobra do Dia.
Sinto essa falta, quase sufocante dos pedaços cheios, aqueles que em algum momento tomaram uma significante parte de mim – arrancaram, devoraram, essa pequena existência juntos. Continue reading
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Pausa.
O avesso sem contexto, que carrega a pausa do dia. Há muito tempo, ou bem, no decorrer dele, eu perdi parte daquela euforia torturante de quando olhava o mundo, em que cada detalhe trazia uma nova perspectiva de um misterioso… Continue reading
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Autorretrato.
Há um desconforto na vida, em viver. É mais profundo que isso, a existência. A apatia das camadas visíveis, a empatia invisível. Existe essa pressão profunda em volta, entre você e tudo que supostamente você toca, sente. Muitas vezes, nos… Continue reading