sentimentos
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Falamos sobre como o jardim é belo, enquanto pisamos nas flores.Num mundo onde a sinceridade muitas vezes cede espaço para a conveniência, é comum nos depararmos com uma fina linha entre as interações humanas e a hipocrisia que as envolve.Muitos de nós aprendem a mascarar verdadeiras emoções, como se estivéssemos constantemente participando de um jogo
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Algo quebrou, e isso foi a tanto tempo que nem lembro mais. Agora tudo é caco. Milhares. As vezes, tropeço e caio em um monte deles, me rasgo com os pedacinhos espalhados, retalho a pele, formando finos rios vermelhos que transbordam, e percorrem meu corpo até o piso frio, alagando. Ninguém consegue enxergar, essa pele,
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Sinto essa falta, quase sufocante dos pedaços cheios, aqueles que em algum momento tomaram uma significante parte de mim – arrancaram, devoraram, essa pequena existência juntos.
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Há um desconforto na vida, em viver. É mais profundo que isso, a existência. A apatia das camadas visíveis, a empatia invisível. Existe essa pressão profunda em volta, entre você e tudo que supostamente você toca, sente. Muitas vezes, nos longos momentos desse viver, sinto esse cheiro, intenso, do ventos úmidos, – percorrendo estas lacunas
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Skrik, conhecido “The Scream” (“O Grito”), a pintura mundialmente famosa do pintor Edvard Munch, que na verdade é uma série de quatro quadros (Der Schrei der Natur / O grito da Natureza). Aquele – a angustiante, em pleno desespero, pálida assombrada figura em uma ponte. Acredito que em algum momento da vida já ouviram falar