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  • Tempo.

    Eu nasci em 87. Ano do “Appetite for Destruction” (G´nR) e “The Joshua Tree” (U2). Foi o ano do Hard Rock, seu auge e fim, disseram – e o nascimento de algo diferente – Alice in Chains, Nirvana, Porcupine Tree. O céu era azul, e as estrelas dançavam de ponta a ponta no hemisfério. Segui

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  • Skrik, conhecido “The Scream” (“O Grito”), a pintura mundialmente famosa do pintor Edvard Munch, que na verdade é uma série de quatro quadros (Der Schrei der Natur / O grito da Natureza). Aquele – a angustiante, em pleno desespero, pálida assombrada figura em uma ponte. Acredito que em algum momento da vida já ouviram falar

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  • Endorfina.

    Longe da multidão é possível ver o quadro todo, me afasto então. Os aglomerados cheios de querer tanta atenção, o desespero para se sentir acolhido, amado, escolhido, uma peça importante no jogo – é interessante assistir ao longe, enxergar nitidamente esse falso improviso decorado. Já vi os sorrisos, rasgados, trêmulos e cansados, nos becos, contra

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  • On Loneliness:

    Estava procurando alguma coisa, tentando organizar as palavras pra que fossem entendidas, sei lá. Não consegui. É bem difícil algumas vezes. Em certos momentos algumas pessoas dizem aquilo que era exatamente o que você queria dizer, – acontece não é mesmo?! Em uma parte de uma entrevista, quando perguntaram ao Bukowski sobre a solidão, ele

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  • Meio dia.

    A velha sensação, – ambígua. Esqueci de algo, esta manhã lembro de acordar e lembrar que eu deveria ter lembrado de algo, esqueci, odeio essa sensação, é como perder alguma coisa, mas, não saber o que é. Angustiante.  Sinto aquele formigamento familiar, não é coisa boa, a ansiedade dá as caras, começa pelas pontas dos

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